Faz hoje, dia 25 de fevereiro, 56 anos que dois
médicos franceses conseguiram que um surdo profundo ouvisse e falasse através
de um pequeno aparelho, o implante coclear do qual beneficiam cerca
de 60 mil surdos em todo o mundo, incluindo setecentos em Portugal. Esta
tecnologia veio permitir que algumas crianças que nasceram surdas hoje consigam
ter uma vida normal.
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2013/02/25/implante-coclear-faz-56-anos
Este espaço destina-se à publicação de trabalhos realizados pelos e para os alunos do Agrupamento de Escolas de Melgaço que usufruem do apoio de Educação Especial. Pretende-se que estas crianças "aprendam fazendo", interagindo entre si, através de uma ferramenta essencial nos dias que correm: o computador!
2013/02/25
2013/02/20
Congresso Internacional sobre a Síndrome do X Frágil
Nos próximos dias 12 e 13 de Abril vai realizar-se em Évora e Alandroal o Congresso Internacional sobre a Síndrome do X Frágil: Pessoas, Contextos e Percursos. Trata-se de uma iniciativa conjunta da Universidade de Évora, da Associação Portuguesa da Síndrome do X Frágil e da Associação SXF da Extremadura (Espanha) inserindo-se num projeto de investigação em curso, que trará a Évora alguns importantes investigadores na área da deficiência.
Este congresso terá uma abordagem multidisciplinar, procurando discutir e debater a investigação que está a ser produzida sobre as dificuldades que famílias, crianças e jovens enfrentam no seu processo de desenvolvimento e de inclusão social. Apesar de focado nesta Síndrome, o Congresso terá uma abordagem mais alargada da deficiência cognitiva e das perturbações do espectro autista.
Estando presente um dos mais reputados investigadores mundiais no campo da Intervenção Precoce e da Educação Especial, Donald Bailey, que vem dos Estados Unidos especificamente para este Congresso, além de outros conhecidos conferencistas no domínio da inclusão das pessoas com deficiência, gostaríamos que os professores mais envolvidos profissionalmente neste domínio tivessem oportunidade de estar presentes.
Assim, oferecemos aos associados da Pró-Inclusão-Associação Nacional de Docentes de Educação Especial, a possibilidade de se inscreverem até ao próximo dia 28 pagando um preço especial (no mesmo valor que as famílias) de 60 euros (incluindo almoços). Para tal basta que no Boletim de inscrição (ver endereço abaixo indicado) façam menção explicita da condição de membros da Associação.
Inscrições e informações:
http://www.sxf.uevora.pt/congresso
https://www.facebook.com/CongressoSindromeXFragil
sxf.congress@gmail. com
Notícia de: http://inclusaoaquilino.blogspot.pt/
MEC recupera leitura de exame para disléxicos
"Depois do braço de ferro com os professores e pais dos alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) a propósito dos exames de 2012, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) parece ter cedido. Segundo as orientações para a aplicação de condições específicas nestes casos, publicadas neste sábado, em 2013 regressam a leitura dos enunciados dos exames para os alunos com dislexia e a possibilidade de fazer provas a nível de escola, em casos excepcionais, para estudantes que têm limitações de outro tipo.
No documento, publicado na área da página electrónica do Júri Nacional de Exames (JNE) reservada às direcções das escolas, o MEC coloca várias restrições à concessão de condições especiais aos alunos com NEE. Como, por exemplo, já estar previsto que aqueles tenham medidas educativas específicas nos respectivos Programas Educativos Individuais (PEI). As regras, no entanto, parecem ser apaziguadoras em relação à polémica que no ano passado se prolongou por vários meses e obrigou à intervenção do Provedor de Justiça.
Os alunos com dislexia, por exemplo, voltam a beneficiar da leitura do enunciado por um professor-vigilante, em sala separada dos restantes alunos, caso o problema seja considerado “severo”. A autorização dependerá do director de escola, no 4º e no 6º anos e do JNE no 9º e no secundário.
Para que os alunos do 11º e 12º anos usufruam daquela medida, a dislexia terá de ter sido confirmada até ao final do 2.º ciclo do Ensino Básico e exigido, desde então, apoios pedagógicos personalizados constantes no respectivo PEI.
O MEC reforça ainda que tanto no 9º ano como no secundário, só atenderá a casos de dislexia “de extrema gravidade”, por considerar que os estudantes “já deverão ter um nível de automatismo na identificação das palavras escritas e de compreensão escrita igual ao da compreensão oral dos textos”, “dado que o diagnóstico atempado terá permitido a intervenção, o treino e a reeducação pedagógicas”.
Regime transitório para o 9º e secundário
Outra das novidades é o regresso das provas a nível de escola. Feitas precisamente na escola para substituir os exames nacionais, estas serão autorizadas nos casos em que os alunos necessitam de adaptações na estrutura da prova e nas questões, “nomeadamente, textos mais curtos, perguntas de resposta curta, itens de escolha múltipla, itens de correspondência, preenchimento de espaços, entre outros tipos de questões”, especifica o MEC.
O ministério reforça, no entanto, que “as adaptações não podem contemplar a retirada de conteúdos relativamente ao currículo comum”. Isto, na medida em que, ao contrário dos alunos com deficiências cognitivas muito graves (que não têm de fazer exames), os alunos com programas educativos individuais têm o mesmo currículo que a generalidade dos estudantes.
No ano passado, as provas a nível de escola foram permitidas apenas – e num regime transitório – aos alunos com necessidades educativas especiais do 9º ano. Em 2013 podem ser autorizadas ”aos alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos, com limitações motoras severas ou com limitações do domínio cognitivo” que frequentam os 4º, 6º e 9º anos.
Com um senão. Segundo o JNE, este será o último ano em que os alunos do 9º podem fazer provas a nível de escola e prosseguir estudos de nível secundário. “A partir do ano lectivo de 2013/2014, os (…) que pretendam frequentar os cursos científicos-humanísticos do ensino secundário têm de realizar, obrigatoriamente, as provas finais do 3.º ciclo a nível nacional”, avisa o MEC.
No secundário também há condições excepcionais e transitórias para os alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos ou com limitações motoras severas que pretendam prosseguir estudos no ensino superior. Em 2013 ainda podem ser autorizados a fazer os exames finais nacionais nas disciplinas que queiram eleger como provas de ingresso para candidatura ao ensino superior e exames a nível de escola nas restantes disciplinas (que seriam sujeitas a exame final nacional).
O JNE salvaguarda, no entanto, que a partir do ano lectivo 2013/2014, para o 11º ano, e de 2014/2015, para o 12.º ano, os alunos com aquelas condições que queiram ir para o Ensino Superior já terão de realizar os exames finais nacionais correspondentes à avaliação sumativa externa do seu plano de estudos, não sendo considerados, nesse caso, exames a nível de escola."
(In público online)
2013/02/17
Cães ajudam crianças autistas!
O Jornal de Notícias apresenta uma pequena reportagem sobre cães que ajudam as crianças autistas dizendo o seguinte:
"A associação Cães Amigos trouxe a Portugal o psicólogo e investigador Dr. Aubrey Fine, para falar a pais e educadores dos benefícios dos cães nas terapias com crianças portadoras de disfunções físicas, como autismo ou paralisia cerebral. A terapia tem vindo a surpreender pela positiva".
Ver a reportagem aqui:
http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=3057216
"A associação Cães Amigos trouxe a Portugal o psicólogo e investigador Dr. Aubrey Fine, para falar a pais e educadores dos benefícios dos cães nas terapias com crianças portadoras de disfunções físicas, como autismo ou paralisia cerebral. A terapia tem vindo a surpreender pela positiva".
Ver a reportagem aqui:
http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=3057216
2013/02/15
Conferência Formação Inicial e Contínua, na área da Educação Especial, face aos desafios do alargamento da escolaridade obrigatória inclusiva
A Comissão
Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura vai realizar, no dia 06 de
março de 2013, das 09h30 às 13h00, na Sala do Senado da Assembleia da
República, uma Conferência Parlamentar sobre Formação Inicial e
Contínua, na área da Educação Especial, face aos desafios do alargamento
da escolaridade obrigatória inclusiva.
Com esta iniciativa
pretende-se efetuar uma reflexão em torno da problemática da formação,
na área da Educação Especial, e recolher contributos, por parte dos
profissionais que mais diretamente trabalham nesta área. Estes
contributos, que serão integrados num relatório que está a ser preparado
pelo Grupo de Trabalho da Educação Especial, coordenado pela Senhora
Deputada Margarida Almeida, permitirão apontar novos caminhos e
apresentar recomendações concretas, no sentido de colmatar deficiências
que, eventualmente, subsistam.
Neste sentido,
vimos convidar V. Exa. a participar na referida Conferência (convite e
programa em anexo), podendo efetuar a sua inscrição, até 03 de março, em
http://app.parlamento.pt/InscriptionForm/s.aspx?i=CEd_Esp.
Em caso de dúvidas, ou necessidade de informação complementar, não hesite em contactar os serviços de apoio à Comissão.
Na expectativa de que possa dispor do tempo necessário para aceitar o nosso convite, apresento os meus melhores cumprimentos,
O Presidente da Comissão,
(José Ribeiro e Castro)
Programa
09h30 SESSÃO DE ABERTURA
José Ribeiro e Castro – Presidente da Comissão de Educação, Ciência e Cultura
Margarida Almeida – Coordenadora do Grupo de Trabalho de Educação Especial
10h00 COMO FORMAR PARA A ESCOLA DO SÉCULO XXI?
Célia Sousa – Coordenadora Técnica do Centro de Recursos para a Inclusão Digital – Instituto Politécnico de Leiria
10h30 OS DESAFIOS DA EQUIDADE E DA INCLUSÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
David Rodrigues – Presidente da Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial
11h00 Pausa
11h15 Debate entre os participantes, com intervenções livres
12h15 SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Intervenções dos representantes dos Grupos Parlamentares
Margarida Almeida – Coordenadora do Grupo de Trabalho de Educação Especial
José Ribeiro e Castro – Presidente da Comissão de Educação, Ciência e Cultura
Recebido via e-mail
2013/02/12
Página interessante com jogos e outras atividades.
Encontrei, por mero acaso, esta página e decidi partilhá-la.
Espreitem!
http://www.educacao.te.pt/cultura_lazer/index.jsp?p=31
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